Há situações em que percebemos que alguma coisa está a ser difícil, mas ainda não conseguimos compreender exatamente porquê
Uma criança pode esforçar-se e, ainda assim, continuar a ter dificuldades na escola. Pode parecer muito distraída, impulsiva ou desorganizada. Podem surgir alterações de comportamento, ansiedade ou dúvidas relacionadas com a aprendizagem e o desenvolvimento. Noutras situações, já existe uma hipótese levantada pela família, pela escola ou por outro profissional e é importante perceber melhor o que está a acontecer.
A Avaliação Neuropsicológica permite olhar para diferentes capacidades e dificuldades em conjunto, perceber pontos fortes e áreas que precisam de maior apoio e encontrar respostas para as dúvidas que levaram a família a procurar avaliação.
Mais do que obter resultados em testes, procuramos que a avaliação ajude a compreender como aquela criança ou adolescente pensa, aprende, reage e funciona no dia a dia — e o que pode ajudá-la a partir daí.

Rigor metodológico e científico
Provas aferidas aliadas a observação clínica e contexto ecológico.
Quando pode fazer sentido realizar uma avaliação?
Alguns dos motivos clínicos mais frequentes que motivam o pedido de avaliação incluem:
“O objetivo é compreender a criança para além do sintoma isolado e desenhar um plano de intervenção que faça sentido.”
Pedir triagem clínicaO que se procura compreender?
Nem todas as crianças realizam os mesmos testes. A seleção dos instrumentos é rigorosamente personalizada em função da idade e da questão clínica, podendo explorar:
Como decorre uma avaliação?
Um processo estruturado em 6 etapas, desde a entrevista inicial com a família até à entrega de recomendações fundamentadas.
Primeira consulta com os pais ou cuidadores
Na infância e adolescência, começamos habitualmente por conversar com os adultos responsáveis.
Definimos o plano de avaliação
Nem todas as crianças precisam das mesmas provas ou testes psicológicos.
Sessões com a criança ou adolescente
A avaliação decorre normalmente ao longo de várias sessões para respeitar o ritmo individual.
Recolhemos informação de diferentes fontes
A observação em múltiplos contextos enriquece a compreensão clínica da criança.
Integramos os resultados
Análise clínica criteriosa articulando dados quantitativos e qualitativos.
Sessão de devolução
Partilha clara e fundamentada com entrega de orientações práticas para o dia a dia.
Avaliar não significa necessariamente diagnosticar
Uma avaliação pode contribuir para confirmar ou excluir uma hipótese diagnóstica. Mas pode também simplesmente ajudar a compreender melhor como aquela criança aprende, pensa, organiza informação e responde às exigências do dia a dia.
O objetivo final é orientar e recomendar quais os passos a seguir.
Perguntas frequentes
Existe alguma questão sobre o desenvolvimento ou aprendizagem que gostaria de compreender melhor?
Conte-nos aquilo que está a preocupar e ajudamos a definir o primeiro passo.
Pode também interessar-lhe
Psicologia da Criança e do Adolescente
Acompanhamento psicológico individual quando é indicada intervenção continuada na gestão de emoções e comportamentos.
Terapia da Fala
Avaliação e intervenção especializada nas áreas da linguagem oral e escrita, fala, articulação e comunicação.
Terapia Ocupacional
Intervenção em integração sensorial, coordenação psicomotora, planeamento motor e autonomia funcional.